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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sentimentos Paralíticos


Não sei como e nem quando as coisas começaram a mudar. Há 2 meses atrás tinha um namoro estável e nutria um sentimento em que sinceramente não era mais a paixão aliada ao amor que era presente no inicio, mas ainda restava amor. E como um dia alguém disse que sempre era necessário colocar a relação na balança e se os aspectos positivos sobrepuserem os negativos a relação valeria a pena ser levada a diante … e valia a pena.
Mas depois de um tempo a relação começou a ficar cada vez mais fria. O beijo era frio, o sexo era frio, as caricias já não faziam mais sentido.  O pior que o problema não era ele e minha consciência pesava por isso. Ele era sempre atencioso e carinhoso comigo e eu... indiferente a isso.

Por mais que tentasse superar essa falta de sentimento, esperando que a qualquer segundo tudo o que sentia antes viesse à tona novamente era um esforço em vão. O que mais me colocava pra baixo era decepcionar uma pessoa que sempre demonstrou gostar de mim e pior que não merecia saber inesperadamente que os meus sentimentos em relação a ele haviam chegado ao nível amizade.

O afastamento foi categórico. Eu não queria magoá-lo. Mas estava magoando. “E o enfeitiçado agora é responsável pelo feitiço”. Pois é, eu já estive do outro lado, eu já fui um dos protagonistas em que a relação havia morrido para um e continuava em chamas para o outro. E eu era o outro. E eu sofri. E indiscutivelmente esse era o meu maior medo, fazer ele sofrer. E eu não sou esse tipo de cara, me sentiria mil vezes pior se soubesse que alguém poderia está sofrendo por minha causa.  Mas acho que não tenho culpa, o nosso amor cresceu juntos e chegou ao fim em períodos diferentes.

Ele percebeu... sentiu que as coisas não eram como antes e me chamou pra falar o que estava acontecendo. Eu desabafei, chorei, abracei, pedi desculpa. Mas o que eu não esperava aconteceu, ele continuou super calmo e disse que eu deveria ter dito antes. Disse que me entendia e não estava chateado por isso, pois sabia que uma amizade verdadeira e duradoura permaneceria nos unindo. E eu chorei mais. Chorei por não saber o que vem depois e por um dia vir a me arrepender dessa decisão. Nós continuamos saindo (não agora, porque estou me recuperando de uma cirurgia, conto depois), às vezes rolava um clima, mais me mantinha firme, deixando o tempo ajudar a ver se fiz a coisa certa ou fazer meu coração bater acelerado novamente e se ele me quiser de volta poder deixar os sentimentos saírem da paralisia e voltarem a andar novamente.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Magaly é a bola da vez



Como no Cyber Mundo o que não faltam são "carnes frescas" a cada instante, a bola da vez foi a Magali. Pois é, deixando de lado a Mônica que sempre foi o centro das atenções do Mauricio de Souza, a gulosa Magali assumiu a alguns dias o papel principal.

E como dizem que a propaganda é a alma do negocio, essa garota que era apenas encarregada de distribuir panfletos de divulgação pelo Largo da Carioca (Rio de Janeiro), deu um show nas suas apresentações e já ultrapassou mais de 1 milhão de visualizações no YouTube.

Como já se auto-intitulam, as “Febres” chegam quando menos esperam e após seus esplendorosos minutos de fama, são substituídas pelas próximas vitimas do cyber "sucesso".