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sábado, 2 de abril de 2011

ultimato #2


Demorei de postar aqui o que aconteceu no domingo , mais no fim da tarde fui encontrar o Fêh. Admito que assim que o vi lindo e como tinha dito na msg que ele tinha me enviado antes, estava usando uma camisa gola V branca. Como a sessão já estava começando, compramos algumas besteiras e fomos ver o filme. A sessão tava quase que deserta e foi inevitável a troca de carinhos e até o beijo rápido que rolou. Depois que acabou o filme, fomos no WC e como estava vazio rolou mais alguns amassos por lá. Passamos o resto do tempo conversando e acabamos por decidir que por enquanto é melhor nós ficarmos apenas na AMIZADE se é que vocês me entendem. Antes de nos despedir, fomos em um lugar mais reservado e rolou mais uns beijos.
Acho que as coisas estão voltando a “esquentar” novamente. Mas não quero me precipitar. Além do que nossos horários estão bastante incompatíveis. Vamos levando a amizade colorida adiante, sem cobranças e ver o que acontece no futuro.

domingo, 27 de março de 2011

Ultimato


E na sexta veio o convite, que já era feito há algum tempo mais eu sempre tinha uma desculpa, algo pra fazer, mais no fundo mesmo o que eu estava tentando fazer era não encontrá-lo, não me precipitar ou me deixar levar pelo momento, pela carência. Mas sexta o convite foi categórico e não tive como dizer não.

<|Reprodução da nossa conversa via Celular|>
Fêh: Poxa Luccas, tá parecendo que você tá fugindo de mim, me evitando... Toda vez que te convido pra fazer alguma coisa vc tem uma desculpa, até parece que vou te agarrar a força.
Luccas: Não Fêh, é falta de tempo mesmo. (Mentira)
Fêh: Entendo, não vou ficar insistindo pra você sair comigo, mais se você quiser provar que não ficaram ressentimentos entre a gente quer ir domingo ao cinema comigo?
(Puts, cinema é programa de namorados, não de ex, mais não dá mais pra recusar, vamo ver no que dá então...)
Luccas: Ok, vamos sair no domingo então.
Fêh: Isso! Te espero no domingo, às 17h, no mesmo shopping que agente se conheceu.
(Poh, ele tinha que dizer isso? Quem não sabe o que aconteceu nesse shopping é só ver AQUI)
 Luccas: Bju Feh, até o domingo então.

Ontem à noite, quer dizer, na madrugada de hoje recebo uma sms dele: “De Nike e gola V pra causar no Shopping e reconquistar você (8)”
Porra, eu sei que isso é um trecho de uma música do Strike, mais eu fiquei super mexido com a mensagem. Mais de outro lado não queria me deixar levar, pois eu sei que se voltássemos agora, seria bem mais complicado do que já era antes. Primeiro porque vem a escola, o estágio, e o cursinho que começa agora em abril. E isso sem falar nos compromissos dele. Além do mais foram as rotinas diferentes que acabaram ajudando a relação ir esfriando, além do mais no fim eu já não sentia o mesmo amor que sentia antes. Sinto saudades claro, mais ainda não é a hora. Ainda não sinto o que sentia antes. E pior se nós dois ficarmos hoje a noite vai confundir muito a ambos.
O pior de tudo é que não posso tomar decisões em cima de um encontro que ainda não aconteceu e nem sei bem o que vai rolar. O que esperaria mesmo era sairmos realmente como amigos, mais essa condição quase sempre não funciona com pessoas que terminaram uma relação há pouco tempo.
Vamos ver o que sai daí, levando em conta que vamos ver o Bruna Sufistinha.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sentimentos Paralíticos


Não sei como e nem quando as coisas começaram a mudar. Há 2 meses atrás tinha um namoro estável e nutria um sentimento em que sinceramente não era mais a paixão aliada ao amor que era presente no inicio, mas ainda restava amor. E como um dia alguém disse que sempre era necessário colocar a relação na balança e se os aspectos positivos sobrepuserem os negativos a relação valeria a pena ser levada a diante … e valia a pena.
Mas depois de um tempo a relação começou a ficar cada vez mais fria. O beijo era frio, o sexo era frio, as caricias já não faziam mais sentido.  O pior que o problema não era ele e minha consciência pesava por isso. Ele era sempre atencioso e carinhoso comigo e eu... indiferente a isso.

Por mais que tentasse superar essa falta de sentimento, esperando que a qualquer segundo tudo o que sentia antes viesse à tona novamente era um esforço em vão. O que mais me colocava pra baixo era decepcionar uma pessoa que sempre demonstrou gostar de mim e pior que não merecia saber inesperadamente que os meus sentimentos em relação a ele haviam chegado ao nível amizade.

O afastamento foi categórico. Eu não queria magoá-lo. Mas estava magoando. “E o enfeitiçado agora é responsável pelo feitiço”. Pois é, eu já estive do outro lado, eu já fui um dos protagonistas em que a relação havia morrido para um e continuava em chamas para o outro. E eu era o outro. E eu sofri. E indiscutivelmente esse era o meu maior medo, fazer ele sofrer. E eu não sou esse tipo de cara, me sentiria mil vezes pior se soubesse que alguém poderia está sofrendo por minha causa.  Mas acho que não tenho culpa, o nosso amor cresceu juntos e chegou ao fim em períodos diferentes.

Ele percebeu... sentiu que as coisas não eram como antes e me chamou pra falar o que estava acontecendo. Eu desabafei, chorei, abracei, pedi desculpa. Mas o que eu não esperava aconteceu, ele continuou super calmo e disse que eu deveria ter dito antes. Disse que me entendia e não estava chateado por isso, pois sabia que uma amizade verdadeira e duradoura permaneceria nos unindo. E eu chorei mais. Chorei por não saber o que vem depois e por um dia vir a me arrepender dessa decisão. Nós continuamos saindo (não agora, porque estou me recuperando de uma cirurgia, conto depois), às vezes rolava um clima, mais me mantinha firme, deixando o tempo ajudar a ver se fiz a coisa certa ou fazer meu coração bater acelerado novamente e se ele me quiser de volta poder deixar os sentimentos saírem da paralisia e voltarem a andar novamente.