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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Poucos e Suficientes


Me considero um cara bastante sociável. Mantenho contato com várias pessoas, mesmo não considerando essas pessoas como “amigas” de verdade. Sempre digo que amigos de verdade eu conto nos dedos. Porque acho que ninguém vira amigo de um dia para o outro e muito menos as classificamos como tal apenas por serem colegas de escola/trabalho ou mesmo companhias para sair, curtir.
Amigos de verdade, pra confiar, dividir segredos e ter certeza que posso contar tenho apenas quatro, o que no momento já está de bom tamanho. Sei que às vezes podemos vir a nos decepcionar com alguém, ou, a nos afastamos devido a rotina, horários diferentes, sei que com o passar do tempo novas pessoas aparecerão em minha vida, mais essas quatro pessoas as quais hoje chamo de amigos, pretendo manter sempre por perto.
Desses quatro, três são rapazes e uma garota. Um desses rapazes, o Thi*, eu conheço a mais ou menos dois anos. Quer dizer conheço a pessoa que está por dentro do Thi*, mais fisicamente ainda não nos conhecemos. É muito louco isso não é, de conhecer alguém apenas via Internet e telefone e mesmo assim nutrir um carinho enorme por essa pessoa. Ele me conhece muito bem e creio que eu o conheça tão bem quanto. E sei que não irá demorar muito e estaremos nos encontrando pessoalmente (yn).
Já minha amiga, a Di* entre nós rola uma coisa muito intensa, passamos muito tempo juntos, o que faz muita gente achar que rola algo mais do que amizade. Nós nos entendemos apenas no olhar, o que acho que só acontece quando se tem uma sintonia muito grande. E isso nós apelidamos de Ligações Peptidicas (vide aulas de Biologia), é bem legal dizer o que pensa, sem propriamente abrir a boca para isso.
Os meus outros amigos são tão especiais quanto, mas apenas o Thi* sabe sobre mim. O que se torna mais especial é que nós fomos nos descobrindo juntos, tanto que hoje já o considero meu irmão mais novo, mas sem aquelas brigas de irmãos rsrs.


terça-feira, 21 de junho de 2011

Eles insistem em aparecer...


Como parente chato, eles insistem aparecer.
Primeiro chega um e logo, logo abre caminhos para os próximos e quando você percebe está PELUDO!
Algumas semanas atrás, naquelas velhas inspeções corporais, quando na hora do banho você sempre acaba fazendo uma auto-avaliação do corpo, se está tudo em dia, se apareceu alguma coisa, enfim, acabei me assustando com a camada de pelos que se formou em minhas costas. Não se assustem. Não virei um Tony Ramos muito menos estou parecendo um Lobisomem (o que dá no mesmo), vendo por outro lado não é de todo mal aquela penugenzinha de cabelos finos e lisos, mais a questão é que eu não estou na idade e nem quero me tornar um cara estilo “ursinho”. Nada contra aos que são, mais pra mim esse aspecto se enquadra para caras acima dos trinta. É sempre legal ver um trintão/quarentão forte e peludo, mais não em mim.
O pior de tudo é que eu não me sinto confortável em procurar uma clinica de estética e fazer uma depilação. Ainda mais depois de ter ouvido sobre a tortura da cera quente. Enquanto eu procuro uma decisão os pelinhos ficam, espero que não cresçam muito, porque já estou bastante satisfeito com os pelos das pernas (amo pelos nas pernas) e dos braços. Mas pelos nas costas realmente NÃO DÁ!